O frio chegou finalmente, com toda a força como não se esperava. Temperaturas que fazem tirar os casacos bem quentes e as camisolas de lã do armário. Da gaveta retiram-se as luvas que aquecem as mãos e os cachecóis que aconchegam o pescoço.
Confesso que gosto destes dias de frio e de pleno sol. Dias que apesar de tudo, convidam a passeios para desfrutar do azul do céu e dos raios de sol que aquecem a cara. Um passeio numa tarde de domingo, onde encontramos os carrinhos de vendedores de castanhas. Aquele fumo e o seu cheiro tão característico convida a comprar um pacotinho de castanhas assadas e a saborear cada uma de forma lenta, aquecendo assim a alma e as mãos. Para além de as sujar :) Mas no final sentimos o conforto numa tarde fria de Dezembro.
Recordo-me que nos meus tempos de infância, estes dias bem frios em que as temperaturas baixavam muito, eram passados sentada num banco junto à enorme lareira acesa em casa dos meus avós maternos. Os meus pensamentos levam-me até junto daquele lume que crepitava com toda a força, ao seu lado uma cafeteira de água era aquecida para se preparar café. E as brasas eram elas a torradeira de serviço naquele dia. Um papo-seco aberto ao meio era assim torrado que depois recebia uma generosa noz de manteiga. Ainda hoje sinto os cheiros e sabores daquele café e da torrada que me sabia pela vida.

Com o frio chega também um novo mês, Dezembro. Último mês do ano, mês do Natal e das suas celebrações, mês que antecipa a chegava de um novo ano e com ele novos sonhos, novos objectivos, outras resoluções.
Dezembro é igualmente o mês das listas intermináveis de presentes, da correria às grandes superfícies ou aos centros comerciais. As ruas iluminam-se, as árvores de natal e os presépios ganham vida por algumas semanas e as músicas de natal ouvem-se em cada esquina.

Cada vez mais prefiro aproveitar este mês de uma forma mais simples e sem grande azafama e confusão. Fazer as minhas compras de Natal de forma mais antecipada ou preferir oferecer pequenos presentes preparados cá em casa. São sempre excelentes ideias, e mais interessantes. Depois preparo pequenas reuniões com os amigos ou com a  família cá em casa, no sossego e conforto, em redor de uma mesa bem composta de coisas boas e com a lareira acesa como cenário de fundo.






E são as castanhas, a rainha da nova receita que aqui partilho. Depois de um Novembro bastante ausente do blog, estou de volto e espero que com muitas mais receitas para partilhar. O trabalho, umas semanas adoentada e depois uns dias de férias ditaram este meu afastamento e ausência. A receita que hoje partilho já está preparada à algum tempo, mas é esse tempo ou a falta dele que dita as regras.
Assim,  alguns meses atrás fui desafiada pela revista Portugal de Sabores e Tradições, a criar uma receita para a rubrica Ingrediente Secreto da edição do mês passado. Nesta rubrica são convidadas três bloguers a criar uma receita cujo ingrediente é secreto. Para a última edição o ingrediente em destaque foi a Castanha. Um fruto desta estação rico em vitaminas e potássio. Assadas ou cozidas, usadas em doces ou salgados a Castanha liga na perfeição com qualquer receita que reconforta o estômago e a alma.




Assim, a pensar nos lanches, ou naquele doce que casa na perfeição com um chá ou um café, criei uns Pasteis de Castanha. Simples de preparar, são compostos por uma massa fina e bem crocante que suporta um creme de castanha super cremoso. O pastel torna-se estaladiço por cima, fruto do açúcar em pó.

Apreciem este pasteis, tanto como eu apreciei!!





Pasteis de Castanha


Ingredientes:

·         Para massa:
250 gr Farinha tipo 65 sem fermento
60 gr banha de porco
1 colher de café de sal fino
Água tépida q.b.
Banha para untar

·         Para recheio:
350 gr açúcar
280 ml água
9 gemas
150 gr puré de castanha (cerca de 450 gr com casca)
80 gr de nozes moídas
1 pau de canela
1 colher de chá de canela em pó
Açúcar em pó q.b.

Preparação:

Comece por fazer um corte nas castanhas e levar a cozer em água temperada com sal. Depois de cozidas retire-lhes a pele e com a ajuda de uma picadora pique tudo muito finamente. Até ficar um puré.
Prepare entretanto a massa. Numa taça coloque a farinha, o sal e a banha. Amasse bem. Vá juntando água até a massa ficar moldável. Transfira a massa para uma bancada e trabalhe bem a massa, amassando a mesma.
Estenda a massa com a ajuda de um rolo até ficar muito fina e forre com a massa pequenas formas de pastel que foram previamente untadas com banha.
Para o creme, leve ao lume o açúcar com a água e o pau de canela até levantar fervura. Noutro recipiente misture o puré de castanha, as nozes picadas muito bem, a canela em pó e as gemas. Misture tudo. Quando o preparado da água estiver a ferver junte a este preparado das gemas misturando muito bem. Leve novamente a lume brando mexendo sempre até o creme engrossar ligeiramente.

Verta o creme para as formas e polvilhe com bastante açúcar em pó. Leve ao forno pré aquecido a 230ºC, numa grelha superior a cozer cerca de 25 minutos. Retire e deixe arrefecer antes de servir. Poderá polvilhar com mais açúcar em pó antes de servir.




Finalmente estão de volta os dias mais frios e iluminados pelo sol. Dos armários saem os casacos e as camisolas de lã, bem quentinhas para me aquecerem nestes dias frios. Das gavetas tiro os cachecóis e as luvas, assim como alguns lenços mais quentes ou os gorros.
Mas se no meu armário o Outono já se instalou, esperando-se agora pelos dias de Inverno o mesmo também acontece na minha cozinha.

É tempo de ligar o forno, de rechear o frigorífico com legumes e frutas da estação, de preparar comidas que reconfortam o corpo e a alma, aqueles pratos que sabem bem ser saboreados com vista para a lareira e para o lume a crepitar, no conforto do ar quentinho que se faz sentir.

As saladas leves e os petiscos mais frescos dão agora o seu lugar às sopas quentes e robustas. Bem nutritivas e repletas de sabor.
Desde que me lembro a sopa sempre foi presença assidua cá em casa. Um simples caldo, um creme mais aveludado ou uma sopa com mais substância era prato que nunca faltava e nunca falta nesta cozinha. Serve também de pretexo para reuniões em redor de uma mesa, onde se convida familia e amigos para se aconchegarem num caldo bem aromático.

Qualquer prato ou receita é motivo para voltar à minha infância, como se de um mero tele-transporte se trata-se. Assim, carrego no botão e sou levada até à canja de galinha caseira que a minha avó fazia. Era uma sopa especial, aqueles pedaços de galinha caseiro com um sabor único, os ovinhos uns mais pequenos que outros bem amarelinhos sobressaiam nas nabiças. Sim!! A canja caseira que a minha avó fazia tinha nabiças apanhadas e escolhidas directamente do quintal

Depois há o creme de ervilhas e presunto que a minha mãe ainda hoje faz na perfeição. Super cremoso e aveludado como se pretende. Dos sabores e texturas bem próprias a sopa de feijão seco que também a minha mãe preparava ou a sopa da pedra, que tão saborosa era.



Inspirada pelos aromas das sopas de infância e pelo frio que vai lá fora, quero caldos reconfortantes e que me aconchegam. Quentes, saborosas e bem aromáticas. Do livro Natural da talentosa Joana Alves, sai o pontapé de saída para esta nova receita. Da Sopa de Rústica de Feijoca, Couve-Galega e Batata-doce, sai uma versão mais minha e mais própria, com os ingredientes que tinha à mão e na dispensa, substitui a feijoca por grão, a espelta por cevada e acrescentei pedaços de abóbora. Da panela sai um caldo rico em aromas, uma sopa bem robusta com o que de melhor há nesta estação.

E como a batata doce faz parte da lista de ingredientes desta nova receita, a Sopa de Batata Doce e Grão vai directamente para a mesa do mês de Novembro da querida Marta do blog Intrusa na Cozinha.





Sopa de Batata-Doce e Grão

Ingredientes:

1 cebola
2 dentes de alho
1 batata-doce média cor laranja
1/2 couve coração boi
95 gr de cevada em grão demolhado
150 gr grão cozido
1/4 malagueta
800 ml a 1 litro caldo de legumes ou água
1/4 abóbora hokkaido 
1/2 colher chá paprika fumada
1/2 colher sopa de mistura de caril
Sal q.b.
Azeite q.b.

Preparação:

Comece por picar a cebola, os alhos e a malagueta. Retire a pele da batata doce e corte em cubos pequenos, assim como a abóbora. ma panela aqueça um pouco de Corte em juliana a couve. Reserve.

Numa panela aqueça um pouco de azeite, acrescente a cebola, os alhos e deixe refogar por alguns minutos. Adicione as especiarias e deixe cozinhar por mais 1 minuto. Depois acrescente a batata doce e a abóbora. Acrescente e água ou o caldo e deixe levantar fervura. depois acrescente a cevada em grão demolhada e cozinhe por cerca de 15 a 20 minutos. Findo esse tempo acrescente a couve e o grão e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Tempere com sal e deixe apurar.
Sirva com pão torrado.

** Deixar em água os grãos de ceveda durante toda a noite. Substitua a água 2 vezes.










Das estações do ano, é o Outono que traz magia e cor. Sendo uma das minhas estações de eleição, são os dias ainda de sol mas onde as temperaturas começam a baixar que me cativam. Ao contrário deste ano, em que o Outono teima em não se fazer sentir e onde o Verão instalou-se a todo o ritmo e não nos quer deixar.
Confesso que já tenho saudades do verdadeiro Outono, de sentir os dias mais frescos, de calçar os sapatos e caminhar sobre as folhas em tons de castanhos e vermelhos que vão se soltando das árvores. Sinto me nostálgica, dos dias em que se preenchem os armários com os casacos e camisolas mais quentes, e onde das gavetas se retiram os lenços que aconchegam os pescoço.
Mas apesar desta estação não se apresentar sem medos, as bancas dos mercados e os quintais enchem-se das suas cores. Verdes, castanhos, laranjas e vermelhos... uma tela de cores vibrantes e surpreendentes.




As abóboras dos mais variados tipos e tamanhos, as castanhas para se consumiram nos cartuchos de jornal já assadas, quentinhas e boas como manda a tradição. As doces uvas ou as pêras. De cor alaranjada os dióspiros fazem as delicias. De uma enorme versatilidade, em sobremesas, ao natural ou numa salada, é um dos frutos de eleição cá por casa. Da colheita de marmelos saem umas quantas taças de marmelada para se ir saboreando ao longo do ano ou para servirem de presentes de Natal.
É o tempo dos espinafres e dos bróculos, da beterraba e da batata doce. É o tempo dos frutos secos que nunca dispenso cá por casa. Acompanham-me ao pequeno almoço, ao lanche, nas sobremesas, num guloso bolo ou até mesmo numa refeição.
E por fim há a Romã. Com técnica para se descascar, são os pequenos bagos vermelhos vibrantes, repletos de doce e frescura que me enchem a alma. Para sumo, numa sobremesa ou ao pequeno almoço fica sempre bem. Com textura, torna os pratos e as refeições mágicas, repletas de sabor e cor. São diversos os benefícios deste fruto. Sendo um fruto vermelho com imensa vitamina C, protege-nos das constipações e ajuda igualmente a manter os baixos níveis de colesterol e tensão arterial.
E é a Romã que será a personagem principal e a qual faço destaque na próxima receita. Biológicas como eu aprecio, foram colhidas directamente da romãzeira cá de casa. Directamente do quintal para esta salada bem outonal, repleta de cores e sabores desta estação.


Assim juntei à cevada os cogumelos e a abóbora assada que se tornaram óptimos aliados. Juntei as nozes para conferir textura, o queijo feto para realçar o sabor, os coentros que conferem mais sabor e cor e por fim bagos de romã, brilhantes e super frescos como se quer. Dei asas à imaginação e em tempo de temperaturas amenas e dias repletos de sol, nada melhor que pratos simples e cheios de sabor, como é o caso desta salada, nunca nos esquecendo do outono. Uma salada que se partilha como forma de chamamento a esta estação que ficou perdida no tempo e teima em não se instalar.

Uma salada sem grandes técnicas que reúne muita cor e sabor que irá para mais um desfile, da mentora Marta, do blog Intrusa na Cozinha, cujo o tema deste mês é a Romã.





Salada de Cevada, Abóbora e Romã

Ingredientes:

100 gr de cevada
Cogumelos q.b.
Queijo feta q.b.
1 Abóbora Hokkaido pequena
Nozes picadas grosseiramente q.b.
Bagos de Romã q.b.
1 Molho pequeno de coentros
1/2 Cebola picada
1 haste de tomilho
Azeite q.b.
Sal e Pimenta q.b.
Sumo de limão q.b.

Preparação:

Comece por cortar a abóbora em pedaços, descartando as sementes. Disponha a abóbora por um tabuleiro e tempere com um pouco de sal e tomilho. Leve a assar em forno pré aquecido a 180ºC cerca de 40 minutos ou até a abóbora estar assada. Coloque uma folha de papel vegetal ou de alumínio por cima do tabuleiro para evitar que a abóbora queime.

Leve um tacho ao lume com um pouco de azeite e com a cebola picada até esta ficar dourada. Acrescente a cevada e deixe fritar por cerca de 1 minuto. Acrescente o dobro de água quente da quantidade de cevada e tempere com sal. deixe cozinhar, retire quando estiver totalmente cozida.

Limpe os cogumelos e corte em fatias bem finas. Retire a pele da abóbora e corte em pedaços mais pequenos. Pique os coentros.

Numa frigideira disponha um fio de azeite. Quando estiver quente acrescente a cevada e os cogumelos, mexa bem. Após uns 3 minutos acrescente a abóbora de as nozes picadas grosseiramente.

Retire do lume e coloque numa taça. Acrescente o queijo feta partido em cubos, os coentros picados e os bagos de romã. Tempere com um pouco de azeite, pimenta e sumo de limão.











Não sou mulher de grandes balanços e lista de planos anuais. Sei o que quero e principalmente os rumos que não pretendo seguir. Prefiro, de forma mais tranquila pensar na forma como as etapas da vida se vão desenrolando e os trilhos proporcionando. Mas, numa tentativa de me organizar fui forçada a fazer esse mesmo balanço e análise de um ano que teima correr a todo gás sem que o consiga apanhar e estar lado a lado.
Com os primeiros meses mais calmos, é neste período do anos que me vejo obrigada a parar e respirar fundo. E num piscar de olhos já estamos a meio de Outubro, numa estação que teima em não se manifestar e onde o tempo me escorrega entre os dedos sem dar a possibilidade de parar um pouco nesse mesmo tempo.
Mas apesar de tudo, 2017 têm me trazido até ao momento coisas boas, dias felizes, momentos que ficam, pessoas que estão no coração, retratos de felicidade, viagens realizadas, um blog rejuvenescido, uma diversidade de partilhas e muitas outras coisas boas.




O mês de Setembro, foi intenso e aproveitado ao máximo. Muito trabalho mas também fins de semana de passeios, de regressos (ao meu Porto do coração), de convívio em redor de uma mesa com as minhas pessoas e de umas mini férias bem merecidas,onde os mais atentos poderam acompanhar aqui no Instagram. Setembro foi também o mês de uma única partilha no blog, levando-vos até à cidade de Como  e assim dando continuação à viagem que realizei em Junho a Itália. Milão já tinha sido dado a conhecer e Veneza, essa cidade única ficará para uma próxima (espero que muito breve) partilha,  finalizando assim essa viagem que tão boas memórias me trás.

Mas este Outubro promete, mais partilhas e novos regressos. E nada melhor que festejar o Outono, como que a chamar a estação, para ela se instalar de vez, com uma nova receita. Sabores e cores bem alusivos ao Outono, reunidos nuns deliciosos e crocantes Churros de Abóbora. De rápida preparação, são devorados num piscar de olhos. Pequenos, de massa leve com a cor alaranjada que reflete o Outono e trazurem as abóboras que teimam em chegar a esta cozinha das mais variadas formas.
Confesso que fritos cá em casa é algo quase proibitivo, mas quando a minha amiga e querida Susana do blog Basta Cheio em conjunto com a amorosa Lia do Lemons & Vanilla, me desafiam a preparar churros para desfilar na 21ª edição do Sweet World, não há como ficar indiferente. Os churros levam-me até às feiras populares ou às festas e romarias cá da terra. As roulotes com farturas e churros, recheadas ou apenas mergulhadas naquela imensidão de açúcar e canela em pó são sempre uma presença obrigatória. Memórias de outros tempos, recordações que nos fazem reviver. Mas os churros ainda estão mais presentes, numa roulote à beira mar na praia da Nazaré, quando eu ainda criança acompanhada dos meus pais íamos passear num qualquer domingo de inverno, de agasalho no corpo, luvas e cachecol. De lá trazíamos conforto em forma de farturas e churros. Em casa, ao lume aquecia-se uma cafeteira de café que rapidamente se distribuía pelas três canecas dispostas no cima da cima. A mesa estrategicamente colocada em frente à lareira, recebíamos o primeiro bafo de calor do lume que crepitava com toda a força. Assim criavam-se e faziam-se histórias para mais tarde partilhar. Para agora as partilhar!!
E foram essas memórias e histórias que ressuscitaram e me acompanharam na confecção destes churros de sabor a abóbora e à canela, apresentados de forma simples como bem se quer. Apenas polvilhados com açúcar e canela remontando a tempos passados.





Churros de Abóbora

(inspiração daqui)

Ingredientes:

1/4 chávena de puré de abóbora
3/4 chávena de água
6 colheres de sopa de manteiga sem sal
2 colheres de sopa de açúcar amarelo
1/2 colher de chá de sal
4 ovos M
1 chávena de farinha sem fermento tipo 55
1 colher de café de canela em pó
Açúcar e canela em pó para polvilhar
Óleo para fritar

Preparação: 

Comece por levar ao forno a assar a abóbora, em pedaços pequenos, num tabuleiro com papel vegetal por cima, até a abóbora estar macia. Retire e reduza a puré.
Num tacho coloque a água, a abóbora e a manteiga. Leve ao lume até ferver. Retire e misture a farinha com a canela e o sal. Mexa muito bem de forma energética até ficar uma bola. Deixe arrefecer. Quando a massa estiver morna acrescente os ovos um a um, amassando bem ou misturando bem com a ajuda de uma batedeira eléctrica, até ficar uma massa bem ligada.
Coloque a massa num saco pasteleiro com um bico 1M. 
Leve o óleo a aquecer e quando estiver quente vá colocando pequenas porções de massa formando assim os churros. Vire-os e retire do lume. Coloque-os num prato com papel absorvente. Ainda quente polvilhe os churros com a mistura de açúcar e canela em pó. Sirva depois de frios.


Nota: Pode acompanhar os churros com um molho de chocolate ou caramelo, ficando igualmente gulosos.