O calendário marca Agosto. Um Agosto apressado que já vai a meio. Cabe a nós correr ao seu alcance, aproveitando cada minuto, cada raio de sol que nos proporciona, cada dia quente, cada mergulho no mar ou banho de sol na areia. Os piqueniques no pinhal que tanto adoro nunca são esquecidos assim como as corridas ou caminhadas matinais enquanto as temperaturas ainda estão aceitáveis. 
É neste período que grande parte das pessoas estão de férias e aproveitam para dar passeios em família e desfrutarem um pouco desta estação, junto de quem mais gostam.
Por aqui as duas semanas que me compete já lá vão bem longe. Quem me acompanhou no Instagram percebeu por que paragens andei. Desde a cosmopolita cidade de Milão, passando pela zona verdejante e calma do Lago de Como até à cidade sempre única que é Veneza. Foram dias bastante preenchidos e bem vividos. Os quais já comecei aqui a relatar neste post sobre Milão e pouco a pouco vou mostrando mais alguns detalhes desta entusiasmante viagem.
Por agora resta-me aguardar pacientemente por mais uns dias de descanso e férias que já se avistam ao longe, bem longe...
Enquanto isso não acontece, continua-se a saborear os sabores desta estação. Este ano, mais que todos os outros tem-se aproveitado e explorado ao maximo as frutas e legumes, sabores que saem da horta caseira do pai e que adoro.
Os morangos já se acabaram, e os alperces também. Os pêssegos ainda dão um ar da sua graça, assim como as meloas. Mas são as amoras e os abrunhos os reis da festa de Verão. Uma ou outra melancia bem fresca também chega pelas mãos de familiares. Já quando se fala em legumes são as courgetes, os pepinos e os tomates bem vermelhos e cheios de garra que abundam por aqui. Com o cesto de tomates que teima em ficar ali na cozinha perfumando a mesma, faz-se compota de tomate e usa-se em molhos bem aromáticos como este que foi preparado para acompanhar esta receita dos surpreendentes Gnocchis de batata.





E por forma a celebrar o Verão que passa num piscar de olhos, nada melhor que aceitar desafios com sabores mesmo deliciosos e que casam na perfeição com esta estação.
E sobre a forma de mini tartes regresso a um doce desafio, não fosse ele o Sweet World que já vai na sua 19ª edição e no qual participei algumas vezes, não tantas como queria ter participado. Um desafio mensal que prometo estar presente com mais regularidade, ou não fossem as mentoras a querida Susana do blog Basta Cheio e a querida Lia do Blog Lemon and Vanilla.

Esta 19ª edição conta com um desfile de elegante de tartes de fruta, um tema que encaixa na perfeição. Um desfile que irá contar com não umas mas algumas mimosas Mini Tartes de Pêssegos e Amoras. Servida sob a forma de miniatura, são pequenos pedaços de pura doçura e sabor. A massa apresenta-se na sua forma mais crocante, que contrasta com a suavidade do recheio, que basicamente se forma pelo pêssego e pelas amoras que se desfazem na sua cozedura e dão origem a algo sublime.
Para um lanche ou sobremesa ou simplesmente para satisfazer a gula, dignas de qualquer mesa e celebração, deixo-vos a receita para prepararem umas quantas vezes não fossem elas uma autêntico vicio em forma de mini tarte







Mini Tartes de Pêssegos e Amoras
(serve 4 mini tartes)
(massa inspirada daqui)


Ingredientes: 

     *Para Massa: 

         2​,​5 chávenas de farinha sem fermento​ (tipo 65)
         2 colheres de sopa de açúcar
         1 pitada de sal
         150 gr de manteiga fria sem sal
         4 colheres de sopa de água gelada
         2 Sementes de cardamomo

     * Para recheio:

        3 Pêssegos grandes cortados em cubos (sem pele)
        1 mão cheio de amoras
        1 colher sobremesa de sumo limão
        1 colher de sopa de farinha sem fermento
        3 colheres de sopa de rapadura (pode-se usar açúcar amarelo em substituição)

1 Ovo
Açúcar demerara q.b.

Preparação:

Comece por preparar a massa. Num processador coloque a farinha, o açúcar, o sal e as sementes de cardamomo. Misture um pouco. Acrescente a manteiga em cubos e processe um pouco até a massa ficar tipo areia grossa. Vá acrescentando as colheres de água, pouco a pouco, processando um pouco em cada adição.
Retire do processador o preparado, molde uma bola e envolva em película anti-aderente. Leve ao frio pelo menos 30 minutos.
Findo o tempo, estique a massa e forme 4 formas de tarteletes com a massa. Reservando a restante massa para cobrir as mini tartes.
Numa taça misture as amoras, os pêssegos cortados em cubos, o sumo de limão a rapadura e a farinha. Disponha a fruta sobre a massa nas tarteletes, deixando-as bem cheias. 
Depois, com a ajuda de um cortador de bolachas, molde corações ou outras formas que pretenda e disponha por cima da fruta, formando efeitos bonitos. 
Bata o ovo e pincele as tarteletes com o mesmo, polvilhando as mesmas posteriormente com açúcar demerara.
Leve ao forno cerca de 25/30 minutos, que previamente foi aquecido a 180ºC
Retire e deixe arrefecer.




        
         





Das cores e sabores de Verão, dos aromas e texturas desta estação o melhor e mais gratificante é poder retratar tudo isto em algo surpreendente.
E são essas cores e esses sabores que me chegam num cesto, sob a forma de amoras silvestres apanhadas pelas mãos do meu pai. Encanto-me pela sua cor negra, umas maiores outras nem tanto, mas as suficientes para desempenharem um papel principal na confecção de algo fresco. As responsáveis por dar vida a um fresco e cremoso gelado, ou não fosse o ano dos gelados nesta cozinha. As escolhas já foram algumas, desde um Gelado de Mascarpone e Molho de Morangos Balsâmicos, a um Gelado de Tiramisù ou até um gelado de framboesa que ainda não partilhei. Depois de um pedido especial do senhor meu pai, foram a sua apanha de amoras e a vontade de um gelado no seu congelador que ditou a próxima receita. Um cremoso Gelado de Cheesecake de Amora, que se derrete suavemente na boca e nos enche a alma.
E como este Verão também é para aproveitar cada momento, deixo-vos já a receita que o meu gelado já está a derreter.





Gelado Cheesecake de Amoras Silvestres
(receita adaptada daqui)

Ingredientes:

350 ml natas
200 ml leite gordo
150 gr queijo creme
3 gemas
450 gr amoras, mais uma mão cheia
200 gr açúcar

Preparação:

Comece por triturar as amoras. Passe por um coador a polpa, descartando as sementes.
Leve ao lume as natas e o leite até ficar quente, mas não a ferver. Noutra taça coloque as gemas e o açúcar. Mexa bem.
Quando o leite e as natas estiverem quentes, com a ajuda de uma concha vá colocando pouco a pouco esse preparado nas gemas, batendo bem para as mesmas não cozerem. Depois de tudo misturado leve ao lume até começar a engrossar, ou seja, até o preparado cobrir as costas de uma colher. Retire do lume e acrescente o queijo creme, mexendo bem e a polpa das amoras. Misture tudo muito bem, até ficar envolvido.
Deixe arrefecer, de um dia para o outro, no frigorífico. 
No caso de ter máquina de gelados é preparar os gelado de acordo com as instruções do fabricante. Depois do gelado ser batido, coloque num recipiente alternando com algumas amoras frescas e leve novamente ao congelador se não for para servir logo.

Nota: Caso não tenha máquina de gelados, coloque o preparado num recipiente alternando com algumas amoras e leve ao congelador. Nas primeiras duas horas, mexa o gelado de 30 em 30 minutos.






Das cozinhas do mundo a italiana é aquela pela qual tenho um carinho especial. Não consigo saber a razão, mas sempre me cativou e cada vez que vou a Itália é na sua gastronomia que me perco e à qual dedico mais atenção.
País com bom vinho, excelentes queijos, azeite do melhor, uma autêntica cozinha mediterrânea. Quando se fala em Itália, pensa-se em pizza ou pasta com um apurado molho de tomate, mais alguns ingredientes, não muitos e de um simples prato se faz uma refeição repleta de sabor.
Recordo-me da viajem que fiz a Roma e num jantar pedi uma pasta com molho de tomate. Simplesmente divinal, um prato genuíno e autêntico que retrata na perfeição aquele país. Já para não falar de uma pizza com um aromático molho pesto, que fazia daquela pizza um jardim perfumado de manjericão.
Neste último regresso a Itália, voltei às memórias passadas, aos sabores que se fazem passear pela minha memória como de um deja vu se tratasse.




Milão, cidade capital da Lombardia, também ela tem a sua gastronomia bem típica que podemos apreciar em qualquer restaurante da cidade. Destaca-se o Risotto alla Milanesa, que na maioria das vezes acompanha na perfeição Ossobuco.  A cremosidade de um autêntico risotto condimentado com o açafrão casa com a carme macia que se desfaz a cada garfada. Das cartas dos restaurantes a Cotoletta Alla Milanesa também está presente. Uma suculenta cotoletta panada que faz as delicias de quem quer arriscar neste petisco. Os carpaccios ou uma simples salada caprese também não são esquecidos e são presença assídua numa qualquer mesa. Para além destes petiscos e não menos saborosos, um prato de pasta, os gnocchis ou até uma bela fatia de pizza não deixam ficar mal.
 Há quem prefira partilhar os sabores da charcutaria e da queijaria italiana acompanhado de um copo de vinho, com muitas conversas, confissões e gargalhados à mistura. Assim numa tabua servem-se os melhores e mais característicos enchidos, o mais saboroso presunto e uma diversa variedade de queijos.
Da minha experiência com as afamadas tábuas, veio até à mesa uma tábua composta por mozarela fresa, burrata e stracciatella. Três queijos de sabor distintos que tiveram a companhia de uma focaccia de massa fofa, pão bem característicos.




E como uma refeição que se preze não se faz sem o toque mágico da sobremesa, uma bola de um cremoso e saboroso gelado (devo dizer que foi onde comi os melhores gelados) pode ser uma excelente opção. Outra escolha acertada vai para um tradicional tiramisù ou uma panaccotta bem suave.
Depois arremata-se o almoço ou o jantar com um expresso bem forte, cujo aroma me cativou e do qual não prescindo numa qualquer viajem a Itália.
Das inspirações que a última viagem me trouxe, e a qual já comecei a partilhar neste post, os gnocchis foram a primeira receita a ser reproduzida nesta cozinha. Talvez por ter sido a primeira refeição apreciada em Milão ou por nunca ter tido a coragem para fazer cá em casa, Milão serviu de pretexto e justificação para arregaçar as mangas, e colocar a mão na massa ou como quem diz na batata.
Preferi dar inicio por uma receia mais tradicional e simples, sen do que as variedades de gnocchis já se estendem à riccotta, à batata doce entre outras opções. E como por aqui já existem tomates na horta, enormes, bem carnudos e com um vermelho único, nada como um belo molho de tomate, bem aromático para acompanhar os gnocchis e me transportar novamente para terras de la bella Italia.

Quem quer ir comigo nesta viagem de aromas e sabores bem italianos?














Gnocchis de Batata e Manjericão com Molho de Tomate

Ingredientes:

500gr batata
3/4 chávena de farinha sem fermento tipo 65
1 mão de folhas de manjericão
1 gema
sal e pimenta q.b.

* Para Molho:

 3 Tomates médios
 1 haste de Alecrim
 Salsa q.b.
 Azeite q.b.
1 colher chá de açúcar
1 cebola pequena
3 dentes de alho
Sal e pimenta q.n.

Preparação:

Comece por cozer em água temperada com sal as batatas com a pele. Depois retire do lume, retire a pele e reduza a puré com a ajuda de um passe vitae. Tempere com sal e pimenta.
Numa tábua coloque o puré de batata. Por cima disponha as folhas de manjericão devidamente picadas e a gema. Amasse tudo e vá acrescentando farinha pouco a pouco, amassando bem até formar uma bola.
Faça um rolo com o preparado, corte em pedaços. Desses rolas faça rolinhos mais pequenos e corte novamente em porções de 2 cm cada. Depois com a ajuda de um garfo faça pressão para frisar um pouco os gnocchis, por forma a que fique com a forma original. Reserve.

Prepare o molho. Retire a pele aos tomates com a ajuda de água a ferver. Num tacho leve o azeite, a haste de alecrim, a salsa e os dentes de alho esmagado. Aqueça bem o azeite. depois descarte as ervas e os alhos. Pique a cebola e junte ao azeite. Deixe alourar e acrescente o tomate que entretanto foi cortado em pedaços mais pequenos. Acrescente o açúcar, tempere com sal e pimenta e deixe apurar, cozinhando em lume brando por cerca de 15 a 20 minutos. Se pretender um molho mais cremoso passe a varinha mágica. Pique salsa e acrescente ao molho.Reserve.
Num tacho leve água ao lume até ferver, reduza um pouco o lume e vá colocado porções de gnocchis. Quando os mesmos estiveres cozidos começaram a boiar. Retire do lume e adicione ao molho.
Sirva os gnocchis com o molho.





“Prefiro o peso da mochila nas costas do que o peso de um sonho não realizado por falta de tentativas!”, assim escreve Gonçalo Cadilhe no seu livro O Mundo é Fácil.
Escolho o destino, marco as horas e revejo o aeroporto, após alguns segundos tenho feito o check-out e finalizo a compra de um bilhete de avião. É o ponto de partida de mais uma aventura e onde sou invadida por uma onda de “borboletas no estômago”. Apartir daqui tudo o resto vai surgindo da forma mais natural.
Não sou mulher de um só destino, sou do mundo e é a ele que quero conhecer. Se tenho destinos que gostaria de explorar mais que outros, sim… todos temos. Mas também não me limito a eles. As viagens são escolhidas em função dos preços, da época do ano, do que vou lendo e pesquisando e da minha vontade.





Desta vez a aterragem foi no Aeroporto de Malpensa e a primeira cidade a visitar, para além de outras era Milão. Fui via TAP discount, o melhor voo tendo em conta preço/horários. Malpensa é um aeroporto onde é fácil orientar e rapidamente se encontram as plataformas do comboio. Havia também a opção de autocarro, mas apesar de ser um pouco mais dispendioso, a sua comodidade e rapidez levam-me a escolher o comboio. Bilhete na mão com o preço de 13 eur a próxima “fermata” seria a estação de Milão Centrale, via Malpensa Express (não esquecer de validar nas máquinas amarelas antes de ir para a respetiva linha).
O Hotel, esse foi reservado com antecedência, quase a mesma da compra ds bilhets de avião, cuja localização ficava perto da Estação de Comboios e onde também existe estação de metro. A sua localização, a limpeza e o preço são os factores essenciais quando faço a reserva de qualquer hotel ou hostel (via booking). 
Tenho sempre receio quando reservo alojamento perto das estações centrais de comboio, que apesar de serem as zonas mais baratas por vezes também são onde existem mais diversidade cultural e à noite,  podem não ser tão bem frequentadas. Mas em Milão é diferente, não há diferença entre a zona mais rica ou o bairro mais simples, sentimo-nos seguras em qualquer parte e a qualquer hora.
A maioria do alojamento não contempla o pequeno-almoço na tarifa, e a minha escolha não foi excepção. Situado num bairro residencial, a escolha para saborear um delicioso pequeno-almoço não foi difícil. A par dos moradores do bairro, o Pavè foi uma excelente opção e a mais acertada. A carta é extensa e as combinações irresistíveis. Entre croissants, pão, tartes ou pastelaria diversa acompanhados de sumos de fruta, de um belo cappuccino ou de um forte expresso, difícil é mesmo decidir. Um espaço distinto com uma decoração que fica na memória. Mesas e cadeiras diferentes, bancos de jardim ou mesas de escola primária a servir de cenário. Um espaço que merece uma visita com tempo para apreciar devidamente.








Quando falamos na melhor forma e meio de deslocação na capital da Lombardia, para além de palmilhar muitos quilómetros a pé (ideal para conhecer melhor a cidade), o metro é o meio de transporte mais fácil e prático, com uma rede de linhas muito simples e intuitivas.
Quando questionada se gostei da cidade, apenas respondo que me surpreendeu e muito. Prefiro não viajar com expetativas, assim os lugares teimam em surpreender-me ainda mais. E Milão foi assim, uma surpresa boa!!
Cidade cosmopolita, onde se respira elegância e sofisticação. Chamam-lhe a cidade da moda eu diria que também é uma cidade na moda. Cidade dos Ferraris e Porches que não passam despercebidos, dos milaneses a circularem nas suas bicicletas, cidade dos parques verdes onde se pratica desporto ou se passeiam os animais de estimação.
Cidade onde se vislumbram pessoas que desfilam com as compras, cidade das grandes marcas, da Gucci, da Ferrari, da Prada e de muitas outras. Ao contrário do que muito se escreve, Milão tem muito para oferecer e apreciar no mínimo em três dias inteiros.








Para amantes de história, arquitetura e não só, o Duomo é a atração mais conhecida. Uma Catedral onde a sua beleza é difícil de ser retratada e descrita, torna-se imponente aos nossos olhos. Merecedora de uma visita demorada, assim como a subida aos terraços para contemplar a vista possível sobre a cidade, que pode ser feita por escadas ou de elevador. Os bilhetes podem ser adquiridos na hora, fui ao final do dia, e a demora foram 15 minutos mas podem ser comprados em máquinas, no mesmo local (fica o testemunho que não é difícil a subida pelas escadas).
Ao seu lado e a unir a Praça Scala, a Galeria Vitorio Emanuel II, são luxuosas galerias com as melhores marcas, onde se pode apreciar o luxo no meu melhor. Seguranças à porta, vestidos a rigor que abrem a porta aos clientes, cumprimentando-os com toda a regra e etiqueta.
Seguimos até à Praça Scala e lá vislumbramos o Teatro Scala, uma das mais famosas casas de ópera do mundo. Outra obra a não perder, para quem vibra e ama arte e pintura, a Igreja  Santa Maria Delle  Grazie, património da Unesco, alberga  a última ceia, obra bem conhecida de Leonardo da Vinci. (aconselha-se a compra antecipada via internet dos bilhetes). Outro dos símbolos de Milão é o Castelo de Sforzesco e os jardins envolventes. Respira-se silêncio e paz, uma zona que me agradou e na qual despendi algumas horas.
As ruas que concentram grandes nomes da moda iltaliana e do mundo, situam-se em redor da Galeria Vitorio Emanuel II, nomeadamente as vias Monte Napoleone, Della Spiga, Manzoni e Corso Venezia.






Milão também é feito de bairros e Navigli é daqueles que não se pode perder. Em plenos canais, o bairro é conhecido pelos imensos restaurantes, bares ou pelo aperitivo milanês. Um jantar ou um final de tarde naquela zona é imperdível.
Outro bairro que vale a pena se perder é Brera, um dos mais charmosos, românticos, boémios e encantadores da cidade. Na sua forma mais pitoresca abriga os restaurantes mais interessantes. Mesmo ao seu lado o bairro Porta Nuova, caracteriza-se pela modernidade, edifícios mais recentes e arranha-céus.
Qual o melhor roteiro para aproveitar Milão… não há! A melhor formula e a mais surpreendente é perder-se pelas suas ruas, apreciar os edifícios, o movimento que existe, a forma como os milaneses vivem, as lojas, os monumentos com todo o tempo e absorção possível.






Mas viajem que se prese não se esgota em monumentos, é muito mais que isso, e aqui a gastronomia e o que há de bom para saborear, também ganha destaque. Dos pratos originários de Milão até à cozinha típica de Itália, este será um tema que será abordado numa próxima partilha, à qual não se ficará indiferente.

Deixo também algumas sugestões para quem for visitar ou revisitar Milão. Para já apreciem esta cidade através dos registos fotográficos que espero que vos convençam.

* Geladarias:
     
        - Grom (Via Santa Magherita 16)

        - Ccioccolati Italiani ( Via S. Raffaele 4)
* Restaurantes:
        -  Obicà Mozzarella Bar (Via Mercato 28)
        - Fiori Chiari Plates (Via Fiori Chiari 13)
        - El Brellin (Vicolo dei Lavandai Alzaia Naviglio Grande 14)
  
       - Vetusta Insigna ( Alzaia Naviglio Grande 48)
* Outros:
       - Giovanni Galli (Via Victor Hugo 2)
 
       - Luini Panzerotti ( Via Santa Radegonda 16)
       - Peck ( Via Spadari 9)